Dourados, MS - 15 de Novembro de 2018

11/09/2018 08h38

'Aceitei como estratégia de marketing', diz advogado que defende agressor

BBC News

© AFP Após esfaquear Bolsonaro, Adelio Oliveira teve sua página no Facebook vasculhada e derrubada em poucas horas

Desde o momento em que esfaqueou o candidado do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos, teve a vida completamente revirada. Não só pela Polícia Federal, que investiga o caso, mas também por um batalhão de apoiadores do presidenciável.

 

 

Minutos após Bolsonaro dar entrada no hospital com um ferimento na barriga, a página pessoal de Oliveira - que está preso em Campo Grande (MS) desde que confessou ter cometido o crime "em nome de Deus - no Facebook já era amplamente divulgada em grupos de WhatsApp. Ela recebeu tantos comentários e denúncias que foi excluída depois de algumas horas.

 

Poucos dias após o ataque ao candidato, circulam pelas redes sociais questionamentos sobre como tem sido financiada a defesa de Adelio: como o servente de pedreiro consegue manter uma equipe de quatro advogados de casos famosos? Zanone Manuel de Oliveira Júnior, Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa, Fernando Costa Oliveira Magalhães e Marcelo Manoel da Costa, já atuaram em julgamentos de grande repercussão como a defesa de Bola, amigo do ex-goleiro Bruno - ambos condenados por matar e ocultar o corpo de Eliza Samudio.

 

"Não só o Bola, mas eu já fiz a defesa de 14 casos de repercussão nacional, como o homem que matou a (missionária) Dorothy Stang e o caso do pai de santo que matou um pastor evangélico com um punhal. Tenho 1.038 júris no currículo, que vão de abortos a infanticídio", afirmou Zanone Júnior.  








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